quarta-feira, agosto 30


YAY!!!

Scarsick a caminho

terça-feira, agosto 29


Mãe de quarta e quinta viagens.

Eu já tive dois gatos antes do Vince chegar, então, um humanozinho de verdade. E costumo dizer que cuidar de crianças é mais fácil do que de gatos, eles são tão frescos.

Mas tinha me decidido a adotar novos felinos, estava certa disso. Mamãe veio passar uma temporada aqui e comentou que talvez iria voltar. Esse talvez virou certeza em menos de dois dias. E em menos de outros dois dias ela me apareceu em casa com peixes. PEIXES. Em outras palavras: "Daniela. Sem gatos por aqui."

Não dá pra usar a artimanha sentimental de "nem quentinho eles são", porque o sonho do Vincenzo é ter uma Iguana. Mas peixes não interagem. O que um menino de 5 anos faz com os peixes?

O máximo que eu consegui inventar, foi deixar um de frente pro outro, como na foto, pra eles botarem as guelras pra fora e ficarem se estranhando. É um exercício diário, oras! Eles não tem nada pra fazer mesmo...

"Assim eles parecem leões, né mãe?"
"Sim, querido. Parecem." :/

Os nomes são, respectivamente, Vermelhinho e Laranjinha. Sim, o azul e roxo se chama Vermelhinho.

Na real, só escrevi pra falar que o Vermelhinh pirou, está doente, sei lá o que. O cara não come mais, e só faz uma semana que está aqui em casa. Eu sou uma pessoa relapsa, mas "os caras" comeram na hora certa todas as vezes.

Após 3 dias de greve de fome, eu me sensibilizei. Lavei os aquários hoje, fiquei conversando com eles, e dei comida na boca do enfermo. Segurei um PEIXE na mão e enfiei aquelas bolotas goela abaixo, como quem dá comprimido pro gato.

Acho que não adiantou muito...ele tá ofegando num canto do aquário. Ou eu matei ele sufocado, é uma hipótese.

Sabendo lidar com Betas, dê um toque.

segunda-feira, agosto 28

Como disse anteriormente, o segundo semestre começou, a vida está a mil, e Eric Hobsbawn e Jacques Le Goff são meus pastores. Nada me faltará.

Os projetos da indústria musical estão fluindo também, mas ainda não há nada concreto. Além do especialíssimo GIG ROCK, que acontecerá no próximo fim de semana:

OS SHOWS:


Sabado - 2 de setembro

21:00 SHE´S OK
21:30 LARANJA FREAK
22:00 CARTOLAS
22:30 GOOD MORNING KISS
23:00 VIANNA MOOG
23:30 VALENTINA (GO)
00:00 IRMÃOS ROCHA!
00:30 PATA DE ELEFANTE
01:00 ZEFIRINA BOMBA (PB)
01:30 ÉRIKA MARTINS E OS TELECATS (RJ)
02:00 EL OUTRO YO (argentina)
02:30 FORGOTTEN BOYS (SP)

Domingo 3 de setembro

19:00 POLIÉSTER
19:30 808 SEX
20:00 DIRTY
20:30 EFERVECENTES
21:00 TOMATE MARAVILHA
21:30 MONNO (MG)
22:00 ROCK ROCKET (SP)
22:30 BRINDE (BA)
23:00 SUPERGUIDIS
23:30 RELESPÚBLICA (PR)
00:00 ASTRONAUTAS (SP)

ps: não sei que zona fizeram aí, mas a DIRTY tocará no sábado. na real, não confio nesse horário. vá nos dois dias, o passaporte é 25 reais, e dá direito ao GIG preview, festerê que rolará no MOSH na sexta-feira. só jogação. Mais infos em
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12875575 e http://www2.uol.com.br/ipanema/gigrock .

ps2: a Róque Town estará presente sob a forma de escravos do rock (não é nem “operário”, repare). seus djs queridos estarão na rua colando cartazes, ou puxando saco das bandas do além-fronteira, carregando pro hotel, pro restaurante, pro show e pra %¨%¨$&$#. a ordem é de fazer o povo querer voltar pra porto alegre todo mês. mazaa

**

Dicas de uma velha chata:

- ler as críticas de arte do Charles Baudelaire, ele é divino, define gloriosamente COMO se deve criticar qualquer coisa que o valha, e me fez parar pra olhar algumas pinturas. Tipo descobrir que a capa mais hit do “Dorian Gray” é uma tela de Ingres, que por sinal só pintava gatos. Vale a pena.

- ler o Dorian, claro. mesmo depois de idosa, como eu. e se conseguir, ler o “À Rebours” ( Às Avessas), o infame livro amarelo que fez o Dorian pirar. livros que enlouquecem pessoas DEVEM ser lidos.
Aliás, se alguém tiver uma edição em português sobrando, imploro o empréstimo. Está esgotada e não encontro em nenhum sebo. Depois desse acontecimento, eu me rendi, e as aulas de francês já estão programadas pro próximo semestre. (tenho um pdf do livro na língua natal, se alguém quiser)

- assistir filmes velhos sobre a História. incrível como eles eram muito menos tendenciosos que os de agora. principalmente DANTON e CROMWELL.

(sobre isso: COMO É BOM ASSISTIR VHS!)

- assistir o maior número de filmes doentios que seu estomago agüentar. sugestões: Maldito Coração, da Asia Argento e Escravas da Vaidade (Dumplings), de Fruit Chan.

- audições: música clássica. Symphonie Fantastique, do Berlioz. climão Dormindo com o Inimigo.

- Tim Festival: Herbie Hancock e nada mais. se rolar verba, irei.

- pessoas: quanto menos, melhor.

- you tube:
http://www.youtube.com/watch?v=XMA9WwscMl4 vídeo da 808sex. odeio electro, nem gosto muito da banda, mas o clipe é ótimo porque contém as pessoas que eu vejo quase toda a noite. glamour.

Agora eu vou ali voltar pro meu torcicolo que não cura, pro Maquiavel, pra Vitória, pro Wilde e pra Maria Antonieta. Meu novo círculo social.

segunda-feira, agosto 14

Extra! Extra! Extra!


Stratopumas sobem ao Palco Róque Town
Novo projeto de rock estréia sexta, no Mosh;
bandas convidadas farão também o papel de djs


Depois de um ano de pausa, os Stratopumas voltaram! Com nova formação, o quarteto de rock é a primeira atração do novo projeto da Róque Town produtora, o Palco Róque Town, que estréia sexta, dia 18, no Mosh (João Pessoa, 1355). A idéia do Palco é promover shows e discotecagens de bandas inéditas e/ou que não se apresentam freqüentemente. Ou seja: depois da apresentação, os integrantes do grupo assumem o comando das pickups e põem o povo pra dançar. Os Stereoplásticos abrem a noite, que tem ainda discotecagens de Dani Hyde e João Perassolo.
Formado em 2003, os Stratopumas são Thiago Peduzzi (vocais e guitarra), Paulo Germano (guitarra), João Augusto Jojô (baixo) e Guilherme Netto (bateria). Com uma boa bagagem de músicas legais – lançadas apenas virtualmente –, a banda teve um intervalo de aproximadamente um ano. De volta à ativa, o quarteto, que amadureceu e trocou dois integrantes, está mais feliz do que nunca, compondo músicas novas para um futuro disco. Com influências de Graham Coxon, Buzzcocks e The Jam, o Stratopumas apresenta sua própria fórmula de pop.
Vinda da nova geração do rock de Porto Alegre, a Stereoplásticos tem uma formação peculiar: três meninas e um frontman: Rapha (vocais/guitarra), Cris (guitarra), Cássia (baixo) e Carol (bateria). Inspirada em bandas como Death Cab for Cutie, Wilco e Pedro the Lion, seu som vem conquistando espaço entre o público roqueiro.


Palco Róque Town apresenta
Stratopumas
Abertura: Stereoplásticos
Discotecagens: Stratopumas, João Perassolo e Dani Hyde
18 de agosto, sexta, 23h
Mosh (João Pessoa, 1355)
r$ 8 até à meia-noite; r$ 12 após

domingo, agosto 13

sobre os pré colombianos:

"(...)em nenhum outro sítio o homem parece ter tido uma tão trágica consciência da sua precariedade num mundo onde sentia estranho. Veio ao mundo apenas para pagar o imposto de sangue a divindades sedentas de morte; para que o próprio Sol consinta em prosseguir a sua marcha é necessário dar-lhe a quotidiana ração de sangue humano de que se alimenta."

(excerto de um livro sobre história da arte de 1953, edição de 1980 - Germain Bazin)


Acho que aí está clara a resposta às pessoas que sempre perguntam "Por que tu faz Arqueologia?"

Para que deixem de confundir cultura com evolução, de uma vez por todas.

quarta-feira, agosto 2


Descobri o significado real da palavra "CÂNONE". E então concluo que ela nunca foi adequadamente utilizada pela Igreja.

Formiguinhas no meu cérebro pensam em mudar todo o curso do que tracei no âmbito da Academia. Depois de uma aula de arte renascentista muita coisa ficou questionável sobre o futuro.

Garanto que isso aqui vai ficar pedante agora que voltaram as aulas.

Discovery Chanel: a closer look on the history classes.

terça-feira, agosto 1

Quando comecei a treinar boxe, todos me falavam de Touro Indomável, em detrimento à minha paixão cega e infantil por Rocky Balboa (meu pai me ensinava sobre ele e me fez assistir todos os filmes quando pequena).

Ao longo do tempo fui assistindo quase todos os filmes sobre boxe. Ainda falta o ALI e o Hurricane. Vi até um desses feitos pra TV, sobre Rocky Marciano, muito bom por sinal, pena que era na NET e não peguei o nome.

O último inclusive foi Annapolis, o novo do James Franco. Apesar do enredo clichê, ele está soberbo (e segue a campanha Franco pra presidente, ops, pra Jeff Buckley).

Então ontem terminei de baixar o tão falado filme com o De Niro. Só tenho uma coisa a dizer: em filmes sobre boxe, pouco me importa se o diretor é gênio, se a fotografia é fantástica ou se os atores são merecedores de Oscar. Logo, achei O PIOR DE TODOS que já vi, ever.

Jake La Motta é um perdedor. Sem humildade nenhuma, sexista à elevadas potências que chega a ficar caricata, e desprovido de ambição. Ridículo. Ele nem sabe ao menos porque está lutando. Ridículo. Ridículo. O papel do boxe no filme é ilustrar a ignorância completa do personagem.

Triste, muito triste. Boxe é superação e auto estima, e só um pouco de burrice e romantismo.

Balboa continua sendo o melhor, com a melhor trilha sonora, melhor elenco de apoio e ano que vem será campeão sexagenário. Nobody beats him.

****

Desculpa se hoje eu tive a primeira aula do semestre com o melhor arqueólogo do Brasil. *chora, Indiana*

sábado, julho 29

Conheci o Cardoso uma vez.

Porra! Nunca pensei!

Tava navegando pelos velhos espaços clássicos e, na Irmandade Raoul Duke, encontrei esse texto do Cardoso falando sobre a aventura no CLOSE UP PLANET de 1998. Mais conhecido como "O festival que nunca foi".

Surpresa a minha, pois estava no mesmo ônibus, com as mesmas pessoas, com viagens alucinógenas semelhantes, presenciei a batalha no jardim dos anões e minha câmera atuou como estrobo na rave. Provavelmente eu era a loira cagando tese a respeito do Benflogin (eu era bastante loira), mas é difícil lembrar desse tipo de detalhe no contexto.

Leiam lá porque é uma saga fantástica.

Ah, também não botei as mãos nos infames 138 pilas. Mas valeu. Quando uma pessoa enfrenta a derrota, é ridículo; agora, se são umas 50 cabeças, vira evento.



quinta-feira, julho 27

ONE DAY IT WILL PLEASE US TO REMEMBER EVEN THIS !!!

Esqueçam qualquer consideração crítica da minha parte. Eles estão de volta. Ouça aqui o disco na íntegra, em streaming. Pra baixar tá um deus nos acuda, mas já consegui quase tudo.

Óbvio - Porto Alegrenses, rolarei o ÁLBUM TODO NON STOP na próxima Róque Town. Quem não gosta, vai beber no sofá (apesar de eu duvidar muito disso).

L-U-V

segunda-feira, julho 24


História da Cultura Artística I
Prática de Pesquisa em História
Arqueologia e História
História Moderna I
História Contemporânea I


Contentem-se em me encontrar na Róque Town nesse segundo semestre. E olhe lá.

sexta-feira, julho 21

fazendo a social com o mundo....aderi..

BLOGAREI em inglês.

http://www.myspace.com/danihyde
(Oi, Ethan! Belê)

if you want it
let it go
if you want it
so

Eu preciso comprar uma cortina pro meu quarto. E que ela caia em cascatas e transforme uma janela comum numa windowpane.

Finalmente um álbum bem feito. Feito sem se preocupar com a NME, sem músicos afetados, com muitos músicos de verdade e um brasileiro no meio. Desde que ouvi Trains to Brazil eu já profetizava que iria ser a banda do futuro, agora com o “Through the Windowpane” nos ouvidos e o bombardeio de EPs e gravações que não entraram pros discos eu confirmo. Guillemots é o futuro.

O álbum tem início, meio e fim. Ah! Como sinto falta disso nas bandas novas! Little Bear começa baixinha e aguda e vai dando o tom pra você sentar, confortável como no cinema, feche os olhos, e quando abrir vai visualizar as cortinas se abrindo pra um grande espetáculo. Aliás, todas as canções são extremamente visuais, vale a passada no You Tube.

Made Up Love Song já é velha conhecida, mas ainda emociona. Quando paramos pra pensar na letra “fraquinha”, lembramos que o título da música acompanha um #43, e a gente ri gostoso.

Como não podia deixar de ser, a faixa 3 é Trains to Brazil. Não vou falar mais dela pra não ser chata.

Adoro a poesia da faixa 3 (e da 7 também).

Após o arrebatamento de “Trains...” vem uma mais calma, Redwings, pra voltar a si, e bater um papo com o Fyfe Dangerfield (vocalista com nome estranho = sucesso). Aliás, eu adoro pianistas que cantam. A intimidade que se cria é muito superior a de outros instrumentistas.

Through the Windowpane é a música mais sensacional do Guillemots. Ela me conquistou aos poucos e provou seu valor. No início eu ouvia as demos com aquela introdução crescente dos órgãos e achava a música meio longa. Espertos que são, no álbum ela é dividida em duas partes, a primeira com o nome aconchegante de A Samba in The Snowy Rain.

Lágrimas. Quero minha cortina.

Seguimos com If The World Ends. Eles brincam muito com essa coisa de altos e baixos. Depois da catarse de “Through...” rola uma calmaria de novo. Mas logo se percebe que é mais uma ponte pra outro som magnífico. UPDATE: "mas o mundo não acabou, ainda, de qualquer forma" (chora, neguinha! onde tem criança, me sensibilizo)

Aqui, com o Ep de We´re Here em vinil (um regalo parisién, bien sur) no colo, fico extasiada com a sutileza deles. As principais sentenças desse hit dizem “The world is our carpet now / The world is our dancefloor now”, isso é tão lindo, tão lindo, porque nenhuma música no álbum é feita pra pista, e enquanto o Artic Monkeys se preocupa em provocar epilepsia, Guillemots vai, aos poucos, rodopiando em valsa sobre todas as cabeças do mundo. E sim, TODA música que tem um teremim é fabulosa.

Segue a ópera e saímos da janela:

The world is just waiting now /
No staring out windows now / Our train stopped moving hours ago / We're here, we're here, we're here

E entra então nada mais do que um staccato! Blue Would Still Be Blue é o choro do personagem que reconhece sua condição, e dá outro respiro pro ouvinte.

Annie Let´s Wait, é a mais duvidosa, apesar de outra letra linda a cadência fica oitentista, e é quase um Erasure (!!!). Mas a voz do Fyfe te faz ouvir até o final.

And If All é mais uma ponte, aquele momento de “tá chegando o final, prepara o repeat e conclua: que obra-prima”.

Escancarando a veia brazuca, a última faixa se chama Sao Paolo. O início é uma “pianeira” a la Badalamenti, o climão das rimas é Leonard Cohen, a cadência é meio U2 e fala de amigos e heartbreaks. Pode ser melhor?

Nessa fase Shakespeariana que vivemos, onde se ouve “muito, mas MUITO, barulho por nada”, desponta uma banda de rock autêntica. E tenho dito.

quinta-feira, julho 13

diretamente do blog secreto mais conhecido da galerinha. achei que esse devia vir pra cá. porque é bom, oras!

to
que
- me
como se pudesse resistir
como se não fosse nada igual
como se existisse natural

como se sobrassem cálidas
como se a vazão não libertar
como se o ciclo despertar
como da razão que é válida

su
gue
- me
senão a razão
a síndrome
se só Deus pudesse entornar
cego essa paixão
em cálice

deixa os braços sem conforto
deixa a língua sem desgosto
torna esse malogro maldição
enterra esse destino com a mão

como se sobrasse terra em pé
como se ventasse óbvio
como se apertar no sonho
como assim tão enfadonho

o jeito mesmo é levantar
fingindo transgresxorcisar
como se era tempestade
como se vira qual
como se vira qual

como se vira qual milagre

quarta-feira, julho 12

E falei dele ontem, e eis que me chega uma cartinha da mãe dele hoje.

Certo, escrevi pra mãe do Jeff Buckley (a louca), dizendo que o ator definitivo pro papel dele, no roteiro que está sendo escrito, é James Franco. O Tristão da Isolda, o Harry Osborn amigo de Peter Parker, escolha o que quiser.

Daí chegou uma newsletter dela hoje, "dando nos meus dedos" e esclarecendo as coisas:

"Here's the truth about some things you are reading in the press:Jeff Buckley did not drown in the Mississippi River.It was the Wolf River Marina, in Memphis, TN.

Jeff Buckley's death was not "mysterious", related to drugs, alcohol, or suicide.We have a police report, a medical examiner's report, and an eye witness to prove that it was an accidental drowning, and that Mr. Buckley was in a good frame of mind prior to the accident.

Brad Pitt has NEVER asked to portray Jeff Buckley in a feature motion picture.Never. Ever. Period. GET OVER IT, UK press!

Jeff's biopic is not "untitled", no actors have been cast or considered, no production date has been set, no release date has been set.


Mystery White Boy, the movie, is only in the script-writing phase, and will be for the rest of the summer and fall of 2006. Period. No actors will be considered for roles until the script is finished. No production studio will be approached until the script is finished. Any reports to the contrary are erroneous.

Remember: believe only what you hear from me.

;^*

M”


A melhor sacada foi a do Brad Pitt. Mesmo ele sendo lindão, what in the world! Tinha que ser na Inglaterra mesmo...

E a velhinha usa emoticons, nunca pensei. Alguém pode ter escrito por ela, lógico, mas EMOTICONS?

Meiga.

De qualquer forma continuo a campanha. Escrevam para newsletter@jeffBuckley.com elegendo James Franco pra interpretar o menino branquelo misterioso.

Hallelujah!
Na cata por músicas legais pro Vince ouvir, eu comecei uma busca incessante pelo álbum do Pirlimpimpim, um especial da Globo que artistas da nossa "MPB" faziam versões pros personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo.

Encontrei e tô passando mal ouvindo. Enxerguei-me com 4, 5 anos eu acho, e o engraçado é que algumas sensações ficam. O som da Cuca ficava por conta da senhôura Angela Rô Rô. Veja, com 26 anos a considero uma diva, mas com 5 era apavorante. Ao ouvir de novo pude constatar que a música é MESMO aterrorizante. Penso se o Vico deve ouvir isso...

Ah, dividindo a alegria

http://rapidshare.de/files/22715302/1982_-_pirlimpimpim.zip.html


Update: ele ouviu A Cuca por 40 segundos e começou a gritar. Melhor não.

terça-feira, julho 11

Flagrada no ato de confessar que não sei (e nunca penso em) fazer listas, delibero um pouco nas próximas linhas.

Coisas definitivas e atemporais que “recheiam” minha vida.

A cena.

O vídeo de Forget Her, de Jeff Buckley, tem a cena definitiva. A do indivíduo sentado num veículo em movimento, olhando pela janela. A sensação de que tudo está passando e você só está ali, de espectador, sempre ansioso porque a chegada é sempre uma incógnita.

A voz feminina.

Karen Carpenter. É algo inexplicável, a voz dela não sai da boca, a impostação é tão perfeita que parece que EMANA. Superstar acaba sendo uma espécie de mantra.

A voz masculina.

Daniel Gildenlöw, do Pain of Salvation. Dispensa comentários, quem ouvir entenderá.

Ator unânime (que gostei de todos os filmes - mesmo os que não vi)

Johnny Depp. For Whom the bell tolls. Dá pra tirar uma idéia da minha própria personalidade só analisando o quadro abaixo:

1987 – 07 anos – Anjos da Lei
1990 – 10 anos – Cry Baby e Edward Mãos de Tesoura
1993 – 13 anos – Benny & Joon
1995 – 15 anos – Don Juan de Marco
1998 – 18 anos – Medo e Delírio
2001 – 21 anos – Do Inferno
2004 – 24 anos – Em Busca da Terra do Nunca
2006 – 26 anos – O Libertino

Por falar nO Libertino, é o filme definitivo de 2006.

O personagem

Dracula. Alguma dúvida?

A cena de sexo

Sliver – Invasão de privacidade.

O diálogo

O final de História Sem Fim

Empress Moonchild: What are you going to wish for ?
Bastian: I don't know.
Empress Moonchild: Then there will be no Fantasia any more.
Bastian: How many wishes do I get?
Empress Moonchild: As many as you want. And the more wishes you make, the more magnificent Fantasia will become.


A música

Look Back in Anger – David Bowie. Se um dia eu vir alguém reproduzindo essa cozinha eu pago a ceva da noite.



segunda-feira, julho 10

a million manias

penso que vícios são uma merda. você acorda predestinado e joga o maço de cigarros no lixo, depois do almoço senta pra ler um pouquinho, e não sai da primeira frase enquanto não vai lá, abre o saquinho, pega o maço de volta e ouve o estalar do fumo queimando enquanto traga.

tentarei de novo amanhã.

***

se alguém tiver a música homônima ao título desse post, assinada por Marc Almond (ex- Soft Cell), eu agradeceria o envio. meu soulseek me boicota.

quinta-feira, julho 6

acabo de voltar do boxe, estou imunda, com a minha camiseta do Kill Bill, da mono, que todo mundo tem (a sua também encolheu?), a cozinha tá podre, tem roupas em cima da minha cama, PORÉM, fumo um Marlboro Lights e tomo uma taça de vinho enquanto leio blogs.

morar sozinha é a melhor coisa do mundo.

(não comente coisas do tipo "get a life", pois ainda são 22 hs e eu não decidi o que fazer, rá)

quarta-feira, julho 5

o cúmulo quando você escreve um post no caderno, e vem aqui pra conferir os comentários.
depois eu posto porque tem 6 páginas.

domingo, julho 2

A real maior perda do fim de semana foi a minha impossibilidade de ir à festa à fantasia da Fabico por falta de companheiros.

Eu ia de Mística.